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Fonte: Gilvan Marques - UOL - TV e Famosos

Bre Payton, jornalista e comentarista de 26 anos, que fazia campanha contra a vacina, morreu em San Diego, nos Estados Unidos, em decorrência de gripe suína (H1N1), agravada por um quadro de meningite, de acordo com informações publicadas pela rede CNN en Español, neste sábado (5).

E, curiosamente, existe vacina para as duas doenças.

Payton fazia aparições regulares em veículos alinhados com o conservadorismo, como as redes FOX News, FOX Business Channel e One America News Network. Atualmente trabalhava na revista on-line conservadora "The Federalist", que confirmou a morte da jornalista inicialmente.

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Fonte: Renata Turbiani - BBC News Brasil

De acordo com números do Ministério da Saúde, de 1º de janeiro a 8 de novembro deste ano, foram registrados 1.311 casos e 450 mortes por febre amarela, quase o dobro do identificado no mesmo período do ano anterior

A corrida por vacinas após o maior surto recente de febre amarela no Brasil, há quase dois anos, não foi suficiente para conter os riscos de expansão da doença. De acordo com números recentes do Ministério da Saúde, de 1º de janeiro a 8 de novembro deste ano, foram registrados 1.311 casos e 450 mortes, quase o dobro do identificado no mesmo período do ano anterior, 736 casos e 230 mortes.

Agora, com a proximidade do verão, época de maior risco de transmissão - o aumento da temperatura favorece a reprodução dos mosquitos transmissores e, por consequência, o potencial de circulação do vírus -, o governo faz um alerta para que as pessoas que vivem em áreas com evidências da patologia (a lista completa pode ser acessada no site do MS) busquem a vacinação o quanto antes.

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Fonte: Natália Cancian - Folha de São Paulo

Cerca de 98,5% ocorreram no Amazonas e Roraima; governo diz que há queda em novos casos

O Brasil já registra 10.163 casos confirmados de sarampo desde o início deste ano até 27 de novembro, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Saúde.

Do total de casos, 9.695 ocorreram no Amazonas e 347 em Roraima, estados que registram surto da doença.

Também foram confirmadas 12 mortes –quatro em Roraima, seis no Amazonas e duas no Pará.

Segundo o ministério, o aumento no número de confirmações ocorre devido a uma força-tarefa realizada no último mês em Manaus para avaliar resultados de exames em casos suspeitos.

O governo, porém, diz que o número de novos casos suspeitos tem reduzido nas últimas semanas.

No Amazonas, o maior volume de casos ocorreu entre julho e agosto deste ano. Já em Roraima, o pico da doença foi entre fevereiro e abril, informa. “Em ambos os estados, no momento, a curva de novos casos é decrescente”, diz a pasta.

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Fonte: Ana Ehlert - Bem Paraná

Medida é preventiva e tem como metas manter Curitiba sem casos da doença e também manter a atualização vacinal

Com a proximidade do verão, algumas mães podem ser procuradas por funcionários das unidades básicas de saúde ou por agentes comunitários de Curitiba para atualizarem a carteira de vacinação dos filhos e, ainda, receberem a dose única da vacina contra a febre amarela. “Mas não precisam ficar preocupadas, pois esta é uma ação de rotina”, garante o médico Alcides Oliveira, diretor do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde. A ação de vacina contra a febre amarela é uma medida de prevenção, afirma. 
Oliveira ressalta que, como o sistema de vacinação foi todo automatizado, de tempos em tempos os profissionais costumam fazer um levantamento para ver quem está em falta.  “Ai entramos em contato”, explica. Essa ação foi intensificada em função da exigência da carteira de vacinação atualizada como parte da documentação necessária à matricula na rede de ensino pública e particular.  “É uma medida implementada pelo governo no Estado, a fim de incentivar a imunização da população”, conta. 
O verão, por causa do calor é o período de maior circulação do vírus. “Como no ano passado foram registrados surtos em várias cidades paulista, o Ministério da Saúde, a partir de janeiro deste ano, resolveu disponibilizar a vacina para os demais estados”, conta. 
Ele afirma que em Curitiba não houve nenhum registro de caso de febre amarela. “Tivemos apenas um caso, mas que foi importado de Mariporã, cidade paulistana onde houve um surto, por uma pessoa que esteve lá e, ao retornar a Curitiba, já estava com a doença”, relata. Curitiba tem um estoque de cerca de 50 mil doses.
A orientação para os interessados é procurar o posto mais próximo ou buscar no site da prefeitura de Curitiba. Oliveira alerta para a necessidade de que os pais vacinem seus filhos, de acordo com o calendário de vacinação. “Nós temos a erradicação de casos de algumas doenças, mas não dos vírus que permanecem em circulação”, diz.

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Fonte: Redação - Minha Vida

O período de maior risco da doença é de dezembro a março

O início do verão é considerado o período de maior risco de transmissão da febre amarela. Por isso, a população que vive em locais de risco devem buscar a vacinação o quanto antes.

O Ministério da Saúde está fazendo esse alerta porque áreas recém-afetadas pela doença e com grande contingente populacional, como as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, ainda têm um quantitativo alto de pessoas que não foram vacinadas contra a febre amarela e correm, portanto, maior risco de serem infectadas.

Em 2017, quando ocorreu um surto de febre amarela, a vacinação foi ampliada para 4.469 municípios. Isso ocorreu devido a inclusão de 940 cidades localizadas próximas das capitais e áreas metropolitanas das regiões Sudeste e Sul do país, onde houve evidência da circulação viral. A cobertura vacinal deve ser de, no mínimo, 95% da população.

No Calendário Nacional de Vacinação, a vacina contra febre amarela é ofertada e distribuída aos estados todos os meses, sendo que neste ano já foram enviados para todo o país 30 milhões de doses da vacina contra a doença. Entretanto, a vacinação é pouco procurada pela população. As pessoas devem tomar a dose pelo menos 10 dias antes de irem para as áreas de risco.

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