Tel.: (11) 5081.4936 / 5082.3913 - WhatsApp: (11) 94086.1112
Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 270
(próx. ao metrô Ana Rosa)
Vila Mariana - CEP: 04014-000 - São Paulo - SP
sarampo_mortes.jpg

Fonte: Natália Cancian - Folha de São Paulo

Cerca de 98,5% ocorreram no Amazonas e Roraima; governo diz que há queda em novos casos

O Brasil já registra 10.163 casos confirmados de sarampo desde o início deste ano até 27 de novembro, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Saúde.

Do total de casos, 9.695 ocorreram no Amazonas e 347 em Roraima, estados que registram surto da doença.

Também foram confirmadas 12 mortes –quatro em Roraima, seis no Amazonas e duas no Pará.

Segundo o ministério, o aumento no número de confirmações ocorre devido a uma força-tarefa realizada no último mês em Manaus para avaliar resultados de exames em casos suspeitos.

O governo, porém, diz que o número de novos casos suspeitos tem reduzido nas últimas semanas.

No Amazonas, o maior volume de casos ocorreu entre julho e agosto deste ano. Já em Roraima, o pico da doença foi entre fevereiro e abril, informa. “Em ambos os estados, no momento, a curva de novos casos é decrescente”, diz a pasta.

Continue lendo

febre_amarela_pr.jpg

Fonte: Ana Ehlert - Bem Paraná

Medida é preventiva e tem como metas manter Curitiba sem casos da doença e também manter a atualização vacinal

Com a proximidade do verão, algumas mães podem ser procuradas por funcionários das unidades básicas de saúde ou por agentes comunitários de Curitiba para atualizarem a carteira de vacinação dos filhos e, ainda, receberem a dose única da vacina contra a febre amarela. “Mas não precisam ficar preocupadas, pois esta é uma ação de rotina”, garante o médico Alcides Oliveira, diretor do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde. A ação de vacina contra a febre amarela é uma medida de prevenção, afirma. 
Oliveira ressalta que, como o sistema de vacinação foi todo automatizado, de tempos em tempos os profissionais costumam fazer um levantamento para ver quem está em falta.  “Ai entramos em contato”, explica. Essa ação foi intensificada em função da exigência da carteira de vacinação atualizada como parte da documentação necessária à matricula na rede de ensino pública e particular.  “É uma medida implementada pelo governo no Estado, a fim de incentivar a imunização da população”, conta. 
O verão, por causa do calor é o período de maior circulação do vírus. “Como no ano passado foram registrados surtos em várias cidades paulista, o Ministério da Saúde, a partir de janeiro deste ano, resolveu disponibilizar a vacina para os demais estados”, conta. 
Ele afirma que em Curitiba não houve nenhum registro de caso de febre amarela. “Tivemos apenas um caso, mas que foi importado de Mariporã, cidade paulistana onde houve um surto, por uma pessoa que esteve lá e, ao retornar a Curitiba, já estava com a doença”, relata. Curitiba tem um estoque de cerca de 50 mil doses.
A orientação para os interessados é procurar o posto mais próximo ou buscar no site da prefeitura de Curitiba. Oliveira alerta para a necessidade de que os pais vacinem seus filhos, de acordo com o calendário de vacinação. “Nós temos a erradicação de casos de algumas doenças, mas não dos vírus que permanecem em circulação”, diz.

Continue lendo

vacina_febre_amarela.jpg

Fonte: Redação - Minha Vida

O período de maior risco da doença é de dezembro a março

O início do verão é considerado o período de maior risco de transmissão da febre amarela. Por isso, a população que vive em locais de risco devem buscar a vacinação o quanto antes.

O Ministério da Saúde está fazendo esse alerta porque áreas recém-afetadas pela doença e com grande contingente populacional, como as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, ainda têm um quantitativo alto de pessoas que não foram vacinadas contra a febre amarela e correm, portanto, maior risco de serem infectadas.

Em 2017, quando ocorreu um surto de febre amarela, a vacinação foi ampliada para 4.469 municípios. Isso ocorreu devido a inclusão de 940 cidades localizadas próximas das capitais e áreas metropolitanas das regiões Sudeste e Sul do país, onde houve evidência da circulação viral. A cobertura vacinal deve ser de, no mínimo, 95% da população.

No Calendário Nacional de Vacinação, a vacina contra febre amarela é ofertada e distribuída aos estados todos os meses, sendo que neste ano já foram enviados para todo o país 30 milhões de doses da vacina contra a doença. Entretanto, a vacinação é pouco procurada pela população. As pessoas devem tomar a dose pelo menos 10 dias antes de irem para as áreas de risco.

Continue lendo

estudante_vacinacao_usa.jpg

Fonte: Mônica Nobrega - O Estado de São Paulo

Para se matricular nos programas de intercâmbio do país, jovens precisam provar que foram imunizados

Em tempos de disseminação de informações falsas, recusa às vacinas e volta de incidência de doenças como sarampo, no Brasil e em vários outros países, uma notícia pode ajudar a convencer famílias da importância da imunização: adolescentes brasileiros que não receberam todas as doses na infância são obrigados a atualizar a carteira de vacinação para fazer intercâmbio nos Estados Unidos. O país da América do Norte exige que as doses estejam em dia para emitir o visto de estudante

Na semana passada, dia 14, o Brasil encerrou mais uma campanha nacional de vacinação contra sarampo e poliomielite depois de o Ministério da Saúde ter prorrogado o período de imunização para tentar reverter a baixa adesão às vacinas. Depois de duas semanas extras, o País atingiu a meta de 95% de crianças de 1 a 5 anos vacinadas. 

“As escolas nos Estados Unidos exigem dos estudantes estrangeiros várias vacinas específicas”, disse a coordenadora de produtos da CI Intercâmbio e Viagem, Bruna Siqueira. Sem a comprovação de que o aluno tomou todas as doses, o formulário de solicitação do visto não é encaminhado ao consulado.

Continue lendo

febre_amarela_sudeste.jpg

Fonte: Paulo Henrique Lobato - R7

Artigo assinado por pesquisadores da Fiocruz concluíram que vetor chegou à região mais de um ano antes do surto

A comunidade científica alerta: embora endêmico da bacia Amazônica, o vírus da febre amarela encontrou ambiente favorável no Sudeste do Brasil. Um estudo ao qual o R7 e a RecordTV tiveram acesso concluiu que o vírus que só em Minas Gerais matou 339 pessoas, nos surtos de 2017 e 2018, não veio diretamente da bacia Amazônica, como cogitado anteriormente, e tampouco chegou ao Estado na época das epidemias.

Pelo contrário: o vírus entrou em Minas Gerais há quase um ano do início das mortes. A hipótese é que teria entrado no Sudeste por meio do Centro-Oeste brasileiro. As conclusões estão no artigo "Persistência do vírus da febre amarela fora da bacia Amazônica, causando epidemais no Sudeste do Brasil, de 2016 a 2018", assinado por pesquisadores como o virologista Pedro Augusto Alves, da Fiocruz.

Continue lendo

© 2018 - Prometheus Centro de Imunização e Infusão
Horário de Funcionamento durante a pandemia do coronavírus:
Seg. - Sáb. das 8h00 às 14h00
Tel.: (11) 5081.4936 / 5082.3913
WhatsApp: (11) 94086.1112