Tel.: (11) 5081.4936 / 5082.3913 - WhatsApp: (11) 94086.1112
Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 270
(próx. ao metrô Ana Rosa)
Vila Mariana - CEP: 04014-000 - São Paulo - SP
hpv_adolescentes.jpg

Fonte: Débora Brito - Agência Brasil

O Ministério da Saúde iniciou no dia 4/setembro/2018 uma campanha publicitária para impulsionar a vacinação de adolescentes contra o HPV. A convocação tem como alvo 20,6 milhões de meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Eles devem ir aos postos de saúde para se imunizar pela primeira vez ou tomar a segunda dose da vacina e completar a proteção contra o HPV.

O vírus HPV (Papilomavírus Humanos) é sexualmente transmissível e infecta pele e mucosas da boca ou das áreas genital e anal provocando verrugas e diferentes tipos de cânceres em homens e mulheres (cólo do útero, anal, pênis, vagina, orofaringe).

Segundo o ministério, cerca de 30% dos tumores provocados por vírus no mundo são causados pelo HPV.

Para esta nova etapa da campanha, foram investidos R$ 567 milhões para adquirir 14 milhões de vacinas. Na etapa anterior, mais de 63% das meninas de 9 a 14 anos já foram imunizadas com a primeira dose e 41% das crianças receberam a segunda dose.

No caso dos meninos, cerca de 2,6 milhões receberam a primeira dose (35,7% do público-alvo), e 911 mil (13%) já receberam a segunda dose.

Continue lendo

erradicar_polio.jpg

Fonte: André Biernath - Saúde

Estamos a um passo de viver num mundo livre dessa doença, mas ameaças recentes podem frustrar o planejamento de décadas

É assombroso pensar que, há pouco mais de 30 anos, um vírus espalhado por grande parte do planeta era capaz de causar dificuldades de locomoção e até paralisia em mil crianças por dia. Graças a um trabalho conjunto que envolveu instituições gigantescas, como o Rotary International, a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), houve uma redução de 99% no número de casos da poliomielite entre 1987 e 2017.

“Um feito incrível, que só foi possível com a ação de milhões de voluntários, que viajaram aos locais mais remotos do globo, e ao investimento de mais de 11 bilhões de dólares”, conta John Hewko, secretário-geral do Rotary, grupo que iniciou lá atrás um audacioso plano de vacinação contra esse agente infeccioso.

Chegamos, finalmente, aos últimos estágios da luta para erradicar a pólio para sempre. Esse marco só foi alcançado em uma única oportunidade na história, quando a varíola deixou de existir no ano de 1979, após uma extensa campanha de imunização.

Porém, o que parecia um final feliz e concreto se torna cada vez mais difícil e desafiador. O 1% restante está dando uma trabalheira danada: os dois países que têm o vírus selvagem da doença circulando são Afeganistão e Paquistão, em regiões com povoados nômades, conflitos armados e resistência religiosa.

Além desses percalços no continente asiático, dois surtos em maio e junho de 2018 ligaram o sinal de alerta das autoridades. Eles ocorreram em Papua-Nova Guiné, na Oceania, e na República Democrática do Congo, na África. O que aconteceu nessas duas nações foi uma raríssima falha ou mutação do vírus enfraquecido que compõe a vacina oral, dada em forma de gotinhas. São retrocessos que, se não forem controlados rapidamente, vão botar tudo a perder nessa verdadeira cruzada contra a pólio.

O papel de cada entidade no cerco à paralisia infantil

OMS: Dá o suporte técnico e operacional às estratégias de cada país. Ainda monitora os novos casos.

Unicef: Responsável por fazer campanhas de conscientização, além de comprar e distribuir as doses de vacinas.

CDC: Estuda e analisa o surgimento de possíveis surtos e as suas origens para preparar um contra-ataque rápido e eficaz.

Rotary: Faz a arrecadação de dinheiro e estimula seus sócios a se voluntariarem na imunização das crianças.

Continue lendo

dengue.jpg

Fonte: Redação - Saúde

A bula da vacina da dengue (Dengvaxia) vai mudar a pedido da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Após pesquisas sugerirem que o imunizante da farmacêutica Sanofi, o único disponível no mundo contra essa doença, pode causar problemas a quem nunca foi infectado pelo vírus, o órgão regulatório optou por restringir seu uso.

O que aconteceu? Em resumo, pesquisas iniciadas antes e após o início da distribuição desse produto sugerem que os pacientes sem histórico de infecção podem desenvolver quadros mais graves se tomarem a vacina e, depois, forem picados pelo mosquito.

Atenção: a Anvisa reitera que a vacinação não causa a doença. As estimativas dão conta de que, a cada mil pacientes soronegativos (que nunca tiveram dengue) e que recebem as injeções, cinco serão internados. E duas a cada mil pessoas soronegativas vacinadas desenvolvem a forma mais severa dessa enfermidade – de novo, após entrarem em contato com o Aedes aegypti.

Diante disso, vem a primeira alteração na bula: contraindicação da vacina em indivíduos que nunca tiveram dengue.

O fato é que, desde o fim do ano passado, trabalhos científicos levantaram a bola desse problema. Até a Anvisa chegou a se posicionar sobre o assunto. “Mas antes havia uma precaução em relação ao uso no caso de soronegativos. Agora, temos a contraindicação”, diz Alessandra Bastos Soares, diretora de Autorização e Registros Sanitários do órgão, em comunicado.

Continue lendo

gripe.jpg

Fonte: Donald G. McNeil Jr. - The N.Y. Times

Mais de 80 mil americanos morreram de gripe no inverno de 2017-2018, o maior número em mais de uma década, disseram autoridades federais de saúde na semana passada.

Embora 90% dessas mortes tenham ocorrido em pessoas com mais de 65 anos, a gripe também matou 180 crianças e adolescentes, mais do que em qualquer outro ano desde que os Centros de Controle e Prevenção de Doenças começaram a usar seus atuais métodos de vigilância.

As estimativas foram divulgadas em uma coletiva de imprensa realizada pela Fundação Nacional de Doenças Infecciosas para instar os norte-americanos a se vacinarem e combater os mitos que espantam algumas pessoas - como o equívoco comum de que as vacinas contra a gripe podem causar gripe.

A alta taxa de mortalidade foi incomum porque foi causada por uma estação de gripe “normal”, embora grave, e não por uma nova cepa de influenza pandêmica.

Continue lendo

artigo_vacinas.jpg

Fonte: Herton Escobar - O Estado de São Paulo

Pesquisador da USP fala sobre os mecanismos de ação e a segurança das vacinas.

Vacina de vírus inativado. Vacina com partículas virais. Vacina de DNA. Sabe o que tudo isso significa? O pesquisador Luís Carlos Ferreira, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) explica na entrevista abaixo o que são as vacinas, seus diferentes tipos, como elas funcionam, e as questões de segurança e eficácia relacionadas a elas.

Continue lendo

© 2018 - Prometheus Centro de Imunização e Infusão
Horário de Funcionamento:
Seg. - Sex. das 8h00 às 18h00
Sábados das 8h00 às 14h00
Tel.: (11) 5081.4936 / 5082.3913
WhatsApp: (11) 94086.1112