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Fonte: Richard Klasco - The N. Y. Times

A meia vida do anticorpo varia tremendamente, de aproximadamente 11 anos para o tétano a mais de 200 anos para o sarampo e a caxumba.

P: Tendo tido todas as doenças infantis comuns, como sarampo e caxumba, há mais de 70 anos, quanta imunidade ainda mantenho?

R: Você provavelmente está imune a algumas dessas doenças.

Mas é difícil ser definitivo sobre a duração da imunidade, porque estudos definitivos, conhecidos como estudos de desafio, raramente são realizados. Em um estudo de desafio, os indivíduos são intencionalmente expostos a uma infecção na qual eles são considerados imunes. Os sujeitos provam que são imunes por não adoecerem.

Estudos de desafio foram conduzidos para alguns vírus respiratórios, como a gripe e o resfriado comum. Mas por razões éticas e de segurança, os estudos de desafio não podem ser realizados para infecções mais graves, como meningite, pneumonia e poliomielite.

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Fonte: Letycia Bond - Agência Brasil

A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo e a Poliomielite atingiu a meta de imunizar 95% do público-alvo estabelecida pelo governo federal. Enquanto a média geral de vacinação contra sarampo foi de 95,3%, a de poliomielite ficou em 95,4%. No total, 21,4 milhões de doses foram aplicadas, beneficiando 10,7 milhões de crianças. O balanço foi divulgado hoje (17) pelo Ministério da Saúde.

A campanha foi encerrada na sexta-feira (14), depois de ter sido prorrogada pela pasta. Alguns estados e municípios, no entanto, mantêm a vacinação.

Os números do ministério mostram variações da cobertura vacinal entre estados. Quinze deles atingiram a meta para as duas vacinas. Já São Paulo e Tocantins alcançaram o índice mínimo de 95% somente na vacinação contra pólio.

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Fonte: Débora Brito - Agência Brasil

O Ministério da Saúde iniciou no dia 4/setembro/2018 uma campanha publicitária para impulsionar a vacinação de adolescentes contra o HPV. A convocação tem como alvo 20,6 milhões de meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Eles devem ir aos postos de saúde para se imunizar pela primeira vez ou tomar a segunda dose da vacina e completar a proteção contra o HPV.

O vírus HPV (Papilomavírus Humanos) é sexualmente transmissível e infecta pele e mucosas da boca ou das áreas genital e anal provocando verrugas e diferentes tipos de cânceres em homens e mulheres (cólo do útero, anal, pênis, vagina, orofaringe).

Segundo o ministério, cerca de 30% dos tumores provocados por vírus no mundo são causados pelo HPV.

Para esta nova etapa da campanha, foram investidos R$ 567 milhões para adquirir 14 milhões de vacinas. Na etapa anterior, mais de 63% das meninas de 9 a 14 anos já foram imunizadas com a primeira dose e 41% das crianças receberam a segunda dose.

No caso dos meninos, cerca de 2,6 milhões receberam a primeira dose (35,7% do público-alvo), e 911 mil (13%) já receberam a segunda dose.

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Fonte: André Biernath - Saúde

Estamos a um passo de viver num mundo livre dessa doença, mas ameaças recentes podem frustrar o planejamento de décadas

É assombroso pensar que, há pouco mais de 30 anos, um vírus espalhado por grande parte do planeta era capaz de causar dificuldades de locomoção e até paralisia em mil crianças por dia. Graças a um trabalho conjunto que envolveu instituições gigantescas, como o Rotary International, a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), houve uma redução de 99% no número de casos da poliomielite entre 1987 e 2017.

“Um feito incrível, que só foi possível com a ação de milhões de voluntários, que viajaram aos locais mais remotos do globo, e ao investimento de mais de 11 bilhões de dólares”, conta John Hewko, secretário-geral do Rotary, grupo que iniciou lá atrás um audacioso plano de vacinação contra esse agente infeccioso.

Chegamos, finalmente, aos últimos estágios da luta para erradicar a pólio para sempre. Esse marco só foi alcançado em uma única oportunidade na história, quando a varíola deixou de existir no ano de 1979, após uma extensa campanha de imunização.

Porém, o que parecia um final feliz e concreto se torna cada vez mais difícil e desafiador. O 1% restante está dando uma trabalheira danada: os dois países que têm o vírus selvagem da doença circulando são Afeganistão e Paquistão, em regiões com povoados nômades, conflitos armados e resistência religiosa.

Além desses percalços no continente asiático, dois surtos em maio e junho de 2018 ligaram o sinal de alerta das autoridades. Eles ocorreram em Papua-Nova Guiné, na Oceania, e na República Democrática do Congo, na África. O que aconteceu nessas duas nações foi uma raríssima falha ou mutação do vírus enfraquecido que compõe a vacina oral, dada em forma de gotinhas. São retrocessos que, se não forem controlados rapidamente, vão botar tudo a perder nessa verdadeira cruzada contra a pólio.

O papel de cada entidade no cerco à paralisia infantil

OMS: Dá o suporte técnico e operacional às estratégias de cada país. Ainda monitora os novos casos.

Unicef: Responsável por fazer campanhas de conscientização, além de comprar e distribuir as doses de vacinas.

CDC: Estuda e analisa o surgimento de possíveis surtos e as suas origens para preparar um contra-ataque rápido e eficaz.

Rotary: Faz a arrecadação de dinheiro e estimula seus sócios a se voluntariarem na imunização das crianças.

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Fonte: Redação - Saúde

A bula da vacina da dengue (Dengvaxia) vai mudar a pedido da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Após pesquisas sugerirem que o imunizante da farmacêutica Sanofi, o único disponível no mundo contra essa doença, pode causar problemas a quem nunca foi infectado pelo vírus, o órgão regulatório optou por restringir seu uso.

O que aconteceu? Em resumo, pesquisas iniciadas antes e após o início da distribuição desse produto sugerem que os pacientes sem histórico de infecção podem desenvolver quadros mais graves se tomarem a vacina e, depois, forem picados pelo mosquito.

Atenção: a Anvisa reitera que a vacinação não causa a doença. As estimativas dão conta de que, a cada mil pacientes soronegativos (que nunca tiveram dengue) e que recebem as injeções, cinco serão internados. E duas a cada mil pessoas soronegativas vacinadas desenvolvem a forma mais severa dessa enfermidade – de novo, após entrarem em contato com o Aedes aegypti.

Diante disso, vem a primeira alteração na bula: contraindicação da vacina em indivíduos que nunca tiveram dengue.

O fato é que, desde o fim do ano passado, trabalhos científicos levantaram a bola desse problema. Até a Anvisa chegou a se posicionar sobre o assunto. “Mas antes havia uma precaução em relação ao uso no caso de soronegativos. Agora, temos a contraindicação”, diz Alessandra Bastos Soares, diretora de Autorização e Registros Sanitários do órgão, em comunicado.

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