Tel.: (11) 5081.4936 / 5082.3913
Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 270
Vila Mariana - CEP: 04014-000
São Paulo - SP

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Atleta

Calendário de Vacinação
Vacinas Justificativa para a Vacinação do Atleta Recomendações Comentários
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) Risco indivídual e coletivo: Surtos dessas viroses não são raros em atletas e equipe, podendo comprometer desempenho, treinos e até mesmo impedir participação em competições. É considerado protegido o indivíduo que tenha recebido duas doses da vacina tríplice viral acima de 1 ano de idade, e com intervalo mínimo de um mês entre elas. Aplicar uma dose para individuos que receberam apenas uma dose previamente; aplicar duas doses para os que ainda não receberam nenhuma dose da vacina ou com antecedentes vacinais desconhecidos, respeitando intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. Vacina contraindicada para imunodeprimidos e gestantes.
Hepatites A, B ou A e B Risco indivídual e coletivo: Atletas que viajam e, principalmente aqueles que praticam esportes aquáticos, estão mais expostos à infecção pelo VHA. Surtos não são raros. Vacina hepatite B é de recomendação universal e atletas também têm comportamento de risco para infecção pelo VHB. Hepatite A:
duas doses no esquema 0-6 meses.
  • A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para as hepatites A e B
  • Esquema acelerado pode ser recomendado para atletas não previamente imunizados, em situação de viagem considerada de risco, e sem tempo hábil de receber as doses no esquema padrão.
Hepatite B:
três doses, no esquema 0-1-6 meses.
Hepatite A e B:
três doses, no esquema 0-1-6 meses.
HPV Risco indivídual: Atletas passam longos períodos longe do convívio familiar e não é raro atividade sexual eventual. Está bem documentada na literatura a incidência aumentada de DSTs em atletas.
  • Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: uma contendo VLPs dos tipos 6, 11, 16 e 18, licenciada para meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e homens de 9 a 26 anos; e outra contendo VLPs dos tipos 16 e 18, licenciada apenas para meninas e mulheres a partir dos 9 anos de idade.
  • Três doses: 0-1 a 2-6 meses. O PNI adtou esquema de duas doses (0-6 meses) para meninas de 9 a 13 anos.
  • A vacinação deve ser iniciada o mais precocemente possível, ou seja, a partir dos 9 anos de idade.
  • Mulheres e homens mais velhos, mesmo que previamente infectados, podem se bene ciar com a vacinação.
  • Para homens, apenas a vacina quadrivalente está licenciada e, para os maiores de 26 anos, seu uso é o label, cando a critério médico sua indicação.
  • Vacina contraindicada em gestantes.
Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto – dTpa ou dTpa-VIP (difteria, tétano e coqueluche)

Dupla adulto - dT (difteria e tétano)

Risco indivídual e coletivo: A prática
de esportes e alguns tipos de exercícios físicos podem ser de risco aumentado para ferimentos e acidentes perfurocortantes, condições que aumentam risco de tétano. A coqueluche é doença frequente
em nosso meio e pode comprometer desempenho,treinos e participação em competições, além de ser transmissível
a outros atletas e equipe.
  • Atualizar dTpa independente de intervalo prévio com dT ou TT.
  • Com esquema de vacinação básico para tétano completo: reforço com dTpa a cada dez anos.
  • Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com uma o u duas doses de dT (dupla bacteriana
    do tipo adulto) de forma a totalizar três doses de vacina contendo o componente tetânico.
  • Para indivíduos que pretendem viajar a países nos quais a poliomielite é endêmica: recomenda-se a vacina dTpa combinada à p lio inativada (dTpa-VIP). A dTpa-VIP pode substituir a dTpa.
  • A vacina dTpa está recomendada mesmo para aqueles que tiveram a coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente.
  • Uma dose de vacina dTpa é recomendada, mesmo nos indivíduos que receberam a vacina dupla bacteriana do tipo adulto (dT), independentemente do intervalo entre elas.
  • Para adultos e adolescentes que pretendem viajar para países em que a poliomielite é endêmica, deve-se indicar a vacina dTpa combinada à p lio inativada (dTpa-IPV).
Varicela (catapora) Risco indivídual e coletivo: Doença infecto-contagiosa possível de causar surtos. Duas doses com intervalo de um a dois meses para os suscetíveis. Contraindicada para imunodeprimidos e gestantes.
Influenza (gripe) Risco indivídual e coletivo: Todos os atletas devem ser vacinados pelo risco aumentado de infecções respirat rias, além de ser infecção altamente transmissível à outros atletas e equipe. Dose única anual

Desde que disponível, a vacina in uenza 4V é preferível à vacina in uenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.

Febre Amarela Risco indivídual: Atletas frequentemente viajam para regiões de recomendação da vacina ou para países que fazem exigência do CIVP para entrada de viajantes provenientes de países endêmicos, como
é o caso do Brasil
Uma dose para residentes ou viajantes para áreas de vacinação (de acordo com classi cação do MS e da OMS). Se persistir o risco, fazer uma segunda dose dez anos ap s a primeira. Pode ser recomendada também para atender a exigências sanitárias de determinadas viagens internacionais. Em ambos os casos, vacinar pelo menos dez dias antes da viagem. Contraindicada para imunodeprimidos, gestantes e mulheres amamentando bebês até 6 meses de vida. Quando os riscos de adquirir a doença superam os riscos potenciais da vacinação, o médico deve avaliar sua utilização.
Dengue Risco indivídual: Considerar para aqueles que residem ou viajam para regiões de risco, sobretudo aos atletas que exercem atividades ao ar livre nessas regiões. Recomendada para indivíduos de 9 a 45 anos.Três doses com intervalo de 6 meses (0-6-12 meses). Contraindicada para imunodeprimidos, gestantes e mulheres amamentando.
Meningocócica conjugada C e ACWY Risco indivídual e coletivo: A doença menigocócica pode ocorrer em qualquer parte do mundo e a epidemiologia é variável e din mica. Fatores de risco como dormit rios coletivos, transportes coletivos, aglomerações são condições pertinentes à atletas que viajam para competições. Além do prejuízo individual por ser doença muito grave, existe
o risco de transmissão do meningococo na comunidade de origem no retorno de viagens, pelos viajantes colonizados.
Para adolescentes não vacinados anteriormente com ACWY: duas doses com intervalo de 5 anos.
Para adultos: Uma dose. Para esse grupo, a indicação da vacina dependerá da situação epidemiol gica.
Considerar, em situações de risco aumentado, dose de reforço para aqueles vacinados há mais de cinco anos. Se a vacina meningoc cica conjugada quadrivalente não estiver disponivel, a monovalente para o tipo C pode ser empregada, lembrando que esse é o tipo mais comum em nosso país na atualidade.
Meningococo B Para adolescentes e adultos: duas doses com intervalo de um mês. Para adultos, a indicação dependerá da situação epidemiol gica. Não se conhece ainda a duração da proteção conferida e, consequentemente, a necessidade de dose(s) de reforço.
Vacinas com INDICAÇÕES ESPECIAIS
Febre Tifóide Risco indivídual e coletivo: Considerar para atletas que viajam para regiões de risco da doença, sobretudo àqueles que não poderão controlar água e alimentos a serem ingeridos. Surtos podem ocorrer. Dose única. Dose de reforço pode ser considerada 3 anos após, se mantido o risco. Indicada somente para pessoas que tenham alto risco de adquirir a infecção.
Raiva Risco indivídual: Praticantes de esportes em regiões de risco, especialmente aqueles que exercem atividades em contato com a natureza e cam mais expostos à agressões por animais. Esquema pré-exposição: três doses no esquema 0-7-21 a 28 dias Indicada para atletas com risco de acidentes com animais, inclusive em viagens.
Pneumocócicas Risco indivídual: Recomendadas para aqueles considerados de risco aumentado para doença pneumoc cica, seja pela idade ou pela presença de comorbidades Esquema sequencial de VPC13 e VPP23 é recomendado para indivíduos com 60 anos ou mais. Inciar com VPC13 seguida de VPP23 seis a doze meses após e outra cinco anos após primeira dose de VPP23. Devem ser recomendadas para individuos de qualquer idade, considerados de alto risco para a doença pneumocócica: cardiopatas e pneumopatas crônicos, diabéticos, asplenicos, imunodeprimidos, entre outros.
Herpes Zóster Risco indivídual: Maiores de 50 anos. Dose única. Licenciada para pessoas a partir dos 50 anos e altamente recomendada para maiores de 60. Contraindicada para imunodeprimidos e gestantes.

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