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Vacina da gripe é associada a redução de 24% no risco de Covid-19

Fonte: Giulia Vidale - Veja

Novo estudo mostrou também que o imunizante, aplicado anualmente, está associado a diminuição de internações pela doença

A vacina contra gripe não previne contra a Covid-19, apenas contra infecções respiratórias causadas pelo influenza, vírus causador da gripe. No entanto, um novo estudo, realizado por pesquisadores da Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, sugere que o imunizante pode conferir algum nível de proteção contra o coronavírus também.

No estudo, publicado recentemente no periódico científico American Journal of Infection Control, pessoas que tomaram a vacina contra gripe apresentaram um risco 24% menor de serem infectadas pelo novo coronavírus. Para chegar a essa conclusão os pesquisadores analisaram registros médicos de mais de 27.000 pacientes no Michigan submetidos a testes para diagnóstico de Covid-19 em julho de 2020.

Os resultados mostraram que aqueles que receberam a vacina contra a gripe no ano anterior tinham uma probabilidade significativamente menor de testar positivo, em comparação com pessoas que não foram vacinadas. Além disso, mesmo quando infectadas, pessoas vacinadas contra a gripe tiveram menor probabilidade de hospitalização e de intubação.

Como esse foi apenas um estudo retrospectivo observacional, não é possível confirmar uma relação de causa e consequência entre a vacina da gripe e a redução do risco de Covid-19. De acordo com os pesquisadores, a associação identificada pode não estar associada diretamente ao imunizante. “É possível que os pacientes que recebem a vacina contra a gripe também estejam praticando mais distanciamento social e seguindo as diretrizes do CDC”, disse a cardiologista Marion Hofmann Bowman, da Universidade de Michigan, ao site especializado Science Alert.

Por outro lado, os cientistas não descartam a possibilidade de haver um efeito biológico direto da vacina contra a gripe no sistema imunológico, que também ajuda na prevenção de infecções causadas pelo SARS-CoV-2, nome oficial do novo coronavírus.

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A importância da Vacinação na Terceira Idade

Hoje em dia, muito se fala sobre vacinação, principalmente devido à pandemia causada pela COVID-19. Apesar da nossa atenção estar voltada para uma possível vacina que prevenirá o novo coronavírus, não podemos nos esquecer das outras vacinas que combatem inúmeras doenças, que são igualmente importantes e estão sendo cada vez mais negligenciadas, principalmente entre os idosos.

Nos últimos anos houve uma queda considerável na cobertura de vacinação do Brasil. Parte disso foi pelos movimentos antivacinas que vêm ganhando cada vez mais força, mas a outra parte está relacionada com a falta de informação das pessoas. Muitos acreditam que vacinas são necessárias apenas para crianças e bebês, mas é aí que elas estão enganadas! Os idosos compõem o grupo que mais tende a pensar desse modo.

Segundo estatísticas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de idosos no Brasil triplicará até 2050, superando o número de jovens com menos de 14 anos. Se esse hábito de não se imunizar continuar, as próximas gerações podem correr riscos ainda maiores, então é algo que precisa ser corrigido desde já.

Pensando em conscientizar e incentivar a população idosa a se vacinar, em 2019 a SBim (Sociedade Brasileira de Imunização) iniciou a campanha “Quem é Sênior Vacina”, que enfatiza como a vacinação na terceira idade é importante. Falaremos mais sobre isso a seguir.

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Movimento Antivacina e os Perigos para a Saúde

Nos últimos anos, o movimento antivacina veio ganhando cada vez mais força com a ajuda da internet. Com o excesso de fake news circulando pelas redes sociais e a facilidade de compartilhamentos, cada vez mais pessoas vêm se mostrando adeptas desse pensamento que julga as vacinas como algo desnecessário ou até prejudicial para a saúde.

Em 2019, a OMS (Organização Mundial da Saúde) listou o movimento antivacina como uma das 10 maiores ameaças para a saúde global, só para termos uma noção da gravidade da situação. As vacinas foram uma das maiores conquistas da medicina e é graças a elas que hoje muitas doenças foram controladas em vários países, mas aos poucos estão voltando a aparecer por causa desses movimentos opositores.

Neste artigo, entenda como os antivacs (como é chamado esse movimento na internet) representam um grande perigo para a sociedade.

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Imunidade ao Novo Coronavírus Pode, Sim, Ser Duradoura

Fonte: Tamires Vitorio - Exame

Células B, células T: o que dizem as pesquisas científicas sobre a imunidade em relação à covid-19

A memória do corpo humano pode ser responsável por uma imunidade mais duradoura ao novo coronavírus, segundo uma série de estudos feitos por pesquisadores de diversas nacionalidades.

Mais recentemente, uma pesquisa publicada na revista científica Cell.com apontou que, mesmo sem a produção de anticorpos contra o vírus, um indivíduo pode produzir células capazes de destruir a doença em casos de reinfecção. São os chamados linfócitos T — células reativas que ajudam o organismo na defesa de infecções.

Outro estudo, dessa vez divulgado na revista científica Nature, aponta que foram encontradas células imune contra a doença em amostras sanguíneas de 100 voluntários, entre eles alguns que não foram sequer expostos à doença.

Cientistas da Universidade de Washington e do Instituto de Pesquisas Benaroya encontraram a presença de células B em alguns casos — linfócitos responsáveis pelo reconhecimento e luta contra o vírus, bem como os T.

Segundo eles, os indivíduos recuperados tiveram as células T e B persistentes e, em alguns casos, aumentadas em até três meses após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Os pesquisadores analisaram quadros leves, também estudados por outros cientistas, quando foi apontado que as pessoas têm uma resposta imune ao vírus apesar da gravidade do caso. As duas pesquisas, no entanto, não passaram pelo processo de revisão de pares e tampouco foram publicadas em revistas científicas.

Até o momento, o que se sabe com certeza é que em outros casos de doenças respiratórias causadas por um coronavírus (como o SARS e a MERS) uma imunidade de cerca de dois anos foi criada. Em outras variações do vírus (como a OC43 e a HKU1), as pessoas ficaram imunes por um período determinado período de tempo.

Em todos os casos, no entanto, a imunidade só dura até que surja uma nova cepa do vírus, uma vez que a mutação é inerente a ele. É o que nos faz pegar gripe mais de uma vez, por exemplo, e o que faz com que uma pessoa que já contraiu o MERS possa também contrair a covid-19.

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Não, Você não Precisa Desinfetar Suas Compras. Mas Veja Aqui Como Fazer suas Compras com Segurança

Fonte: Maria Godoy - NPR

Indo ao supermercado? Os cientistas compartilham seus conselhos sobre o que se preocupar e o que não fazer.

A grande maioria do país está isolada no momento. Mas os pedidos de isolamento social têm algumas exceções - como compras de supermercado.

Muitos de nós ainda estão se aventurando em estocar alimentos e produtos de higiene pessoal. Mas qual é a maneira mais segura de comprar durante essa pandemia? E o que você deve fazer depois de levar suas compras para casa?

Pedimos a especialistas em doenças infecciosas, virologia e segurança alimentar que compartilhassem suas dicas sobre compras seguras - e com o que você pode parar de se preocupar.

Conheça os perigos - concentre-se nas pessoas, não na comida

Muitas pessoas se preocupam com a possibilidade de pegar o coronavírus em coisas como esteiras de supermercado ou caixas de cereal. Mas todo especialista com quem a NPR conversou concorda que o maior risco quando se trata de compras é estar dentro da própria loja com outras pessoas que podem estar infectadas

"Embora seja possível contrair o vírus de superfícies contaminadas, a maior parte da transmissão provavelmente será de gotículas respiratórias, às quais você é exposto quando está perto de outras pessoas", diz Angela Rasmussen, virologista da o Centro de Infecção e Imunidade da Escola de Saúde Pública Mailman da Columbia University.

Evite multidões e compre rapidamente

Donald Schaffner, um microbiologista de alimentos e professor ilustre da Rutgers University, aconselha que você procure um mercado que limite o número de compradores que podem entrar ao mesmo tempo. Embora isso possa levar a uma longa fila do lado de fora, também é provável que seja mais fácil praticar o distanciamento social dentro da loja - mantendo-se a pelo menos um metro e meio de distância de outras pessoas. E quando você estiver lá, ele diz, concentre-se em entrar e sair o mais rápido possível para minimizar seu risco.

"Seja o mais eficiente possível na loja", diz Schaffner. "Tenha uma lista. Percorra a loja de maneira rápida e eficiente. Saia do caminho. Seja respeitoso com as outras pessoas. Mantenha distância social enquanto estiver na loja."

Use uma máscara para o rosto

Dada a crescente evidência de que as pessoas podem transmitir o vírus antes de apresentarem sintomas, elas também podem não saber que estão infectadas. É por isso que os Centros de Controle e Prevenção de Doenças agora recomendam que as pessoas usem máscaras faciais de tecido em público, e algumas lojas agora exigem que os compradores as usem - não tanto para protegê-lo mas para proteger outras pessoas, caso você esteja infectado.

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